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sexta-feira, 5 de abril de 2019
sexta-feira, 13 de abril de 2018
SE A IASD ACEITAR QUATRO CRENÇAS
O que os pioneiros pensariam dessa aproximação com posições católicas e do protestantismo caído?
Existem quatro doutrinas predominantes entre os católicos e os evangélicos. São elas:
Embora, historicamente, os adventistas do sétimo dia rejeitem essas quatro crenças, recentemente cada vez mais teólogos e membros leigos de nossa igreja as têm defendido. Quais seriam os resultados se as aceitássemos?
- Rejeição de Jesus como nosso EXEMPLO DE VITÓRIA sobre a tentação e o pecado.
- A mensagem do SANTUÁRIO CELESTIAL simplesmente torna-se sem sentido.
- As três mensagens angélicas de Apocalipse 14 (e 1844) deixariam de ser relevante (qual seria o sentido de textos como "vinda é a hora do seu juízo..." "aqui está a perseverança dos santos, aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus, e a fé de Jesus"?).
- No grande Plano de Salvação de Deus, os seres humanos passam a ser salvos EM seus pecados, contrariando a declaração de Mateus 1:21: "... Ele salvará o Seu povo DOS pecados deles".
- Crescimento e desenvolvimento do CARÁTER (a SANTIFICAÇÃO) deixa de ser necessário.
- Os 10 Mandamentos tornam-se IMPOSSÍVEIS de ser OBEDECIDOS - não podem ser guardados, nem com o poder (a força) do Espírito Santo.
- O ESPÍRITO DE PROFECIA passa a ser uma relíquia irrelevante do séc. XIX.
- O SÁBADO não pode ser guardado de acordo com Isaías 58:13-14.
- Em suma, dizer que Cristo não compartilhou de nossa natureza CAÍDA muda toda interpretação teológica adventista. Corremos, desta forma, o risco de perdermos toda a nossa relevância enquanto movimento religioso distinto (cf. A Neutralização do Adventismo, de George Knight).
Além disso, é muito importante destacar:
✅Dizer que Cristo tinha uma natureza MISTA (ou híbrida) tira dEle o direito de Vitória total sobre o pecado e a tentação.
✅Cristo foi TUDO como nós, mas SEM PECADO.
✅ELE é o nosso Irmão mais velho (conforme Hebreus 2:14-17; 4:15; 2:11 ú.p.).
sábado, 23 de setembro de 2017
A PALAVRA SE FEZ CARNE
The Word Was Made Flesh, de Ralph Larson, trata de um século de cristologia adventista e já havia sido disponibilizada no post O Que a Revista Adventista Não Conta. A boa notícia é que ela foi traduzida para o português e O Atalaia tem a honra de disponibilizá-la AQUI.
Leia-a e compartilhe-a!
sexta-feira, 7 de julho de 2017
A DEFINIÇÃO BÍBLICA DE PECADO
"Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é transgressão da lei." 1 João 3:4.
Segundo o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 716 e 717, a palavra "pecado" nesse verso vem do grego hamartia. Essa palavra significa "não acertar a marca", "uma ação errada", "um pecado". "Hamartia é uma violação da lei moral dada por Deus."
É também do comentário, p. 717, o seguinte trecho:
"O pecado é transgressão da lei. Literalmente, 'o pecado é a ilegalidade'. O uso do artigo com cada substantivo indica que hamartia e anomia são sinônimos e podem se intercambiar. Todo pecado é ilegalidade, e toda ilegalidade é pecado. João, com sua maneira simples e profunda, desvela o verdadeiro caráter do pecado. ...
A lei pode ser resumida nas seguintes palavras: 'ser como Deus' ou 'ser como Jesus'. A transformação do caráter à semelhança divina é o grande propósito do plano de salvação."
domingo, 2 de julho de 2017
LEANDRO QUADROS MAIS POR FORA QUE ARCO DE BARRIL!
O "professor" dessa vez se superou. O vídeo já circulou amplamente nas redes sociais, mas O Atalaia julgou necessário disponibilizá-lo também no YouTube. Assistam e compartilhem:
Ao invés de comentarmos essa polêmica, vamos deixar que o Pr. Paulo Cordeiro o faça. Não se esqueça de clicar no print para visualizar melhor o texto:
segunda-feira, 26 de junho de 2017
PRINT VAZADO DA MAÍZA
Para quem está por fora, acesse: MAÍZA RIBEIRO PRÉ-LAPSARIANA
Inscreva-se no canal do Atalaia no Youtube e ajude a divulgá-lo.
sábado, 24 de junho de 2017
VINDICANDO O CARÁTER DE DEUS
Citação do manual Estudos Bíblicos - Doutrina Fundamentais da Escritura Sagrada, publicado pela CPB (fonte: À Lei e ao Testemunho!). Note como, em algumas décadas, a liderança da IASD mudou a sua posição com relação à natureza de Cristo e a possibilidade de vitória sobre o pecado.
“Nem mesmo por um pensamento poderia nosso Salvador ser levado a ceder ao poder da tentação. ... Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.”
O Grande Conflito, p. 623.
“Se já houve um povo necessitado de luz sempre crescente do Céu, é o povo que, nesse tempo de perigo, Deus chamou para serem depositários de Sua lei, e reivindicar Seu caráter perante o mundo.” Testemunhos Seletos vol. 2, p. 343.
“Deus tem um povo distinto, uma igreja na Terra, inferior a nenhuma outra, mas a todas superior em seus recursos para ensinar a verdade, para vindicar a lei de Deus.” A Igreja Remanescente, p. 54.
sábado, 10 de junho de 2017
quinta-feira, 8 de junho de 2017
MAÍZA RIBEIRO PRÉ-LAPSARIANA
Notaram que, nesse vídeo vazado, a Maíza não citou um único texto das Escrituras ou de Ellen G. White? Pois bem. Sobre a natureza pós-lapsariana de Cristo, leiam a seleção de textos da Bíblia e do Espírito de Profecia disponível no site Adventismo Em Foco.
sexta-feira, 17 de março de 2017
A MAIS URGENTE MISSÃO GLOBAL
Descubra ao ler o artigo "O Olhar que nos Falta", publicado nos bons tempos da Revista Adventista.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
O QUE A REVISTA ADVENTISTA NÃO CONTA
Enquanto a Revista Adventista prefere publicar uma apologia ao pré-lapsarianismo na edição deste mês, O Atalaia divulga o testemunho tocante de Colin Standish. Há alguns anos, esse incansável obreiro esteve no IEST e explicou como a IASD mudou a sua visão sobre a natureza de Cristo:
O Atalaia tem a satisfação de disponibilizar um livro citado por Colin nessa pregação: The Word Was Made Flesh. O autor, Ralph Larson, era seu amigo e narra um século da cristologia adventista do sétimo dia (1852-1952). Detalhe: após fazer um exaustivo levantamento das nossas publicações ao longo desses cem anos, Larson não encontrou uma única linha sustentando o pré-lapsarianismo! Tudo mudou, contudo, com a publicação de Questões Sobre Doutrina.
Ajude a divulgar o livro The Word Was Made Flesh. Quem sabe um dia a Revista Adventista faça um jornalismo imparcial e publique algo sobre o pós-lapsarianismo, mostrando o "outro lado" dessa história. Afinal, a IASD não tem um voto oficial sobre o assunto, e nada justifica a postura dogmática que a liderança tem adotado.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
domingo, 7 de agosto de 2016
DESCULPAS PARA O PECADO
O Atalaia gostaria de saber se os teólogos estão sujeitos à "cassação" de seus diplomas, da mesma forma como ocorre a médicos que exercem mal a sua profissão. Ao final deste artigo você entenderá nosso questionamento.
Questionado na seção Boa Pergunta da RA de abril deste ano se o cristão pode viver sem pecar, o doutor em Teologia e professor no UNASP-EC, Wilson Paroschi, inovou com a sua criatividade. Ele simplesmente criou uma distinção entre pecado voluntário e pecado involuntário! Assim, conclui o eminente teólogo, como existem "pecados involuntários" (ou "acidentais"), seguiremos pecando até o momento da glorificação. Até mesmo com relação aos pecados voluntários, afirma ele, não existe uma vitória rápida, fruto do milagre da transformação que Deus opera na vida do pecador arrependido: tal vitória seria fruto de "um processo", e "ninguém da noite para o dia se tornará forte o bastante para nunca mais escolher pecar",
Essa distinção falaciosa entre "pecados voluntários" e "pecados involuntários" é tremendamente perigosa, e a cada dia impregna mais os nossos púlpitos e publicações. Isso se relaciona diretamente ao pré-lapsarianismo, e por isso é importante que cada membro estude por si próprio e consolide a sua visão sobre a natureza de Cristo. Neste artigo, nos limitaremos a analisar os textos citados na resposta do Paroschi, a fim de perceber se eles sustentam ou não a ideia de "pecados involuntários".
Em primeiro lugar, estamos de acordo sobre a existência de uma natureza pecaminosa na humanidade. Após milênios de declínio físico, intelectual e moral, os seres humanos encontram-se numa condição miserável, destituídos da "glória de Deus" (Rm 3:23). Também é verdade que apenas por ocasião da Segunda Vinda de Cristo é que nos libertaremos dessa natureza, no momento em que nossos corpos corruptíveis se revestirão da "incorruptibilidade" (1 Cor 15:54). Até aí tudo bem, até porque ter uma natureza pecaminosa nada tem a ver com pecar, que sempre será fruto de uma escolha. Ciente da falta de base para justificar o seu criativo conceito de "pecados involuntários", o Dr. Wilson menciona Rm 7:14-25, no qual o apóstolo Paulo descreve a sua luta interna para obedecer à Lei de Deus. Ora, NÃO HÁ, ABSOLUTAMENTE, NENHUMA MENÇÃO NESSA PASSAGEM À EXISTÊNCIA DE PECADOS INVOLUNTÁRIOS. O que Paulo diz é que ele continua lutando contra a sua natureza carnal, o que é uma realidade para qualquer cristão, independentemente do seu nível de intimidade com Deus; no v. 25, o apóstolo deixa claro que "com o entendimento" serve à Lei de Deus.
A seguir, o atrapalhado teólogo diz que 1 João 1:6-9 aponta para a existência de pecados intencionais e involuntários. Vamos analisar essa passagem para tirarmos as nossas conclusões:
Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
Notaram a distinção de pecados a qual ele se refere? O Atalaia não. O que João diz é que há dois tipos de cristãos: 1º) Aqueles que dizem estar em comunhão com Deus, mas andam nas trevas. Esses são mentirosos e estão em pecado; 2º) Aqueles que andam na luz e estão em comunhão com os irmãos. Esses estão purificados de "todo o pecado" pelo sangue de Jesus Cristo.
Enfim, a Bíblia não sustenta em parte alguma que nós, uma vez que conhecemos a Verdade, pecamos involuntariamente. Afinal, Cristo veio a este mundo justamente para provar que apesar da natureza pecaminosa, é possível, pela graça e poder de Deus, obter a vitória sobre o pecado.
Para finalizar, O Atalaia deixa uma alerta. Essa falácia de que existem "pecados involuntários" cheira a justificativa para o pecado. Partindo de alguém que está formando pastores, torna-se mais grave ainda... Que fique claro que não há desculpa para o pecado, como afirmou a Mensageira do Senhor:
NÃO HÁ DESCULPA PARA O PECADO
A INFLUÊNCIA DO TENTADOR NÃO DEVE SER CONSIDERADA DESCULPA PARA QUALQUER MÁ AÇÃO. SATANÁS REJUBILA QUANDO OUVE OS PROFESSOS SEGUIDORES DE CRISTO APRESENTAREM DESCULPAS QUANTO À SUA DEFORMIDADE DE CARÁTER. SÃO ESSAS ESCUSAS QUE LEVAM AO PECADO. NÃO HÁ DESCULPAS PARA PECAR. UMA SANTA DISPOSIÇÃO, UMA VIDA CRISTÃ, SÃO ACESSÍVEIS A TODO FILHO DE DEUS, ARREPENDIDO E CRENTE.
Mensagens aos Jovens, p. 136 [O Desejado de Todas as Nações, p. 311]. Destaques nossos.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
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