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sábado, 2 de maio de 2020
sexta-feira, 24 de abril de 2020
domingo, 6 de janeiro de 2019
A ESTRUTURA DO APOCALIPSE
Por Ranko Stefanovic
“Compreender a estrutura básica de um livro pode nos ajudar a perceber como seções menores se encaixam dentro do tema geral da obra. Assim, esse entendimento evita que interpretemos passagens de forma isolada do restante do material. O mesmo se aplica ao último livro da Bíblia. Compreender o arranjo literário do Apocalipse nos ajudará a descompactar o sentido amplo do texto em relação a todo o contexto do livro, o que não seria possível de outra forma.”
ESTRUTURA DO SANTUÁRIO
“A estrutura do Apocalipse também é projetada de acordo com os serviços do santuário do Antigo Testamento. O livro está repleto de referências ao templo e à sua mobília. O santuário celestial é visto, no Apocalipse, como o centro de toda a atividade divina na Terra. O livro inteiro parece ser modelado de acordo com os serviços do santuário do Antigo Testamento. Nessa estrutura, o Apocalipse é dividido em sete partes principais. Cada uma dessas partes é introduzida com uma cena do santuário. O livro retrata todas as ações divinas na Terra como resultantes das atividades no templo celestial.”
Prólogo (1:1-8)
1 – Cena introdutória do santuário: Cristo entre os candelabros (Terra) (1:9-20)
Mensagens às sete igrejas (2–3)
2 – Cena introdutória do santuário: inauguração do ministério de Cristo no santuário celestial (4–5)
Abertura dos sete selos (6:1–8:1)
3 – Cena introdutória do santuário: intercessão de Cristo no Lugar Santo (8:2-5)
Toque das sete trombetas (8:6–11:18)
4 – Cena introdutória do santuário: obra de juízo de Cristo no Lugar Santíssimo (11:19)
A ira das nações (12:1–15:4)
5 – Cena introdutória do santuário: conclusão do ministério de Cristo no santuário celestial (15:5-8)
As sete últimas pragas (16–18)
6 – Cena introdutória do santuário: ausência do ministério de Cristo no santuário celestial (19:1-10)
Consumação escatológica (19:11–21:1)
7 – Cena introdutória do santuário: presença de Deus com o Seu povo (Terra) (21:2-5)
A Nova Jerusalém (21:9–22:5)
Epílogo (22:6-21)
Todo o Apocalipse, portanto, está estruturado explicitamente em torno da pessoa e da obra de Cristo no santuário celestial. A relevância dessa estrutura para compreender o Apocalipse ficará mais clara ao longo da Lição da Escola Sabatina.
Adaptado de Ranko Stefanovic, Plain Revelation: A Reader’s Introduction to the Apocalypse (Andrews University Press, 2013). Veja também Kenneth A. Strand, “As oito visões básicas no livro de Apocalipse”; Richard M. Davidson, “Tipologia do santuário”, em: Estudos Sobre Apocalipse: Temas introdutórios (Unaspress, 2017). Via Matheus Cardoso
sábado, 29 de dezembro de 2018
O Apocalipse, por Ranko Stefanovic
Hoje iniciamos o estudo do Apocalipse na Lição da Escola Sabatina. Não deixe de ler o auxiliar disponível na edição de professor, escrito por Jon Paulien, considerado o maior estudioso do Apocalipse da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Você poderá acompanhar o auxiliar no site da CPB. Indico ainda os vídeos (aulas) de estudos do Dr. Ranko Stefanovic sobre o livro do Apocalipse (toda a série está sendo legendada em português pelo Pastor Jurandir Gouveia). A playlist está disponível aqui.
Seguem os temas da série:
1- O Tema Central do Apocalipse
2- A Linguagem do Apocalipse
3- Métodos de Interpretação do Apocalipse
4- Visão do Salvador Ressuscitado (Apocalipse 1)
5- Mensagens às Igrejas - Parte 1 (Apocalipse 2)
6- Mensagens às Igrejas - Parte 2 (Apocalipse 3)
7- A Cena da Sala do Trono (Apocalipse 4)
8- A Entronização de Jesus (Apocalipse 5)
9- Os Sete Selos do Apocalipse (Parte 1) (Apocalipse 6)
10- Os Sete Selos do Apocalipse (Parte 2) (Apocalipse 6)
11- Os 144 Mil (Apocalipse 7)
12- As Sete Trombetas - Parte 1 (Apocalipse 8)
13- As Sete Trombetas - Parte 2 (Apocalipse 8)
14- As Sete Trombetas - Parte 3
15- O Anjo Forte - Apocalipse 10
16- As Duas Testemunhas (Apocalipse 11)
17- A Mulher e O Dragão (Apocalipse 12)
18- A Besta do Mar (Apocalipse 13)
domingo, 9 de setembro de 2018
sábado, 4 de agosto de 2018
AS SETE TROMBETAS
AS SETE TROMBETAS (Apocalipse 8:7 ao capítulo 9; 11:15-19)
As sete trombetas representam "juízos de advertência"; as seis primeiras estão dispostas em três pares. Não existe consenso em relação à sua interpretação. A divergência maior que verificamos entre os teólogos adventistas diz respeito às primeiras trombetas.
▶ Primeiro par de trombetas
Primeira 
C. Mervin Maxwell, autor de Uma Nova Era segundo as Profecias do Apocalipse, publicado pela CPB, defende que a primeira trombeta diz respeito à destruição da nação judaica pelos romanos, ao final da Revolta Judaica, no ano 70. O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia e a maior parte dos teólogos adventistas, por sua vez, defendem que ela simboliza o saque de Roma pelos visigodos de Alarico, em 410.
Segunda 
Para Maxwell, representa as invasões bárbaras e a queda de Roma; para os demais teólogos adventistas, o saque dos vândalos a Roma, em 455.
▶ Segundo par de trombetas
Terceira 
Para Maxwell, simboliza a decadência da igreja medieval; para os demais teólogos adventistas, o avanço dos hunos.
Quarta 
Para Maxwell, o obscurecimento da verdade e do Tamid; para os demais teólogos adventistas, a queda do Império Romano do Ocidente, em 476.
▶ Terceiro par de trombetas
Quinta 
Refere-se aos árabes muçulmanos, entre 1299 e 1449. A "estrela caída do céu na terra" (Apocalipse 9:1) representa Maomé (570-632). Nesse mesmo verso, a "chave" que recebe representa a queda do rei persa Cosroe II, em 628.
Apocalipse 9:5 - Aplicando o princípio dia-ano aos "cinco meses" mencionados ali, constatamos que o período dessa trombeta vai de 27 de julho de 1299, data da batalha de Bafeu, quando Osman I anunciou a independência do Sultanato de Rum, até 6 de janeiro de 1449, quando se deu a ascensão do último imperador bizantino, Constantino XI, após a aprovação do sultão Murad II.
Sexta 
Diz respeito aos turcos otomanos, e o "segundo ai" é uma alusão aos juízos dessa trombeta. Os "quatro anjos" de Apocalipse 9:15 referem-se aos sultanatos de Icônio, Alepo, Damasco e Bagdá. A "terça parte dos homens" que eles matam (o que é mencionado no mesmo verso) corresponde à sua conquista do Império Bizantino, o que se completou em 1453.
Ainda em Apocalipse 9:15, os 391 anos e quinze dias mencionados em linguagem profética correspondem a um período iniciado com a ascensão do imperador bizantino Constantino XI (ver acima), até 11 de agosto de 1840. Nessa data, Abdülmecid I reconheceu o Tratado de Londres de 15 de julho daquele mesmo ano. Esse tratado o reduziu ao nível de fantoche das potências ocidentais. Ver O Grande Conflito, p. 334.
***
Sétima 
O "terceiro ai" se iniciou em 1844, com o início do tempo do fim. As nações mostram-se iradas e se preparam para o Armagedom.
sexta-feira, 20 de julho de 2018
sexta-feira, 13 de julho de 2018
sábado, 7 de julho de 2018
sexta-feira, 1 de junho de 2018
sexta-feira, 18 de maio de 2018
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
SAI DELA, POVO MEU!
"E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." Apocalipse 18:4
quinta-feira, 13 de julho de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
domingo, 4 de dezembro de 2016
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
sábado, 10 de setembro de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
APOCALIPSE 17: A EXPLICAÇÃO DE CONSTANTINO
O Atalaia recomenda a exposição do Prof. Edílson Constantino. Segue abaixo a primeira parte da sua palestra (as partes seguintes entram seguindo a reprodução automática):
domingo, 28 de agosto de 2016
APOCALIPSE 17: A EXPLICAÇÃO DE MAXWELL
Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada.
E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo.
E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.
Apocalipse 17:9-11.
Precisamos entender de forma cabal as profecias. Nesse sentido, apresentamos uma outra interpretação - a qual consideramos também digna de crédito - para o texto acima. Tal explicação é de C. M. Maxwell, e consta no livro Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse, pp.490-498. Vamos entendê-la ponto a ponto:
- O apóstolo João tem a visão no tempo do fim (1798-1844), uma vez que é transportado em visão.
- Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Império Romano e Roma cristã são os cinco poderes que caíram.
- Roma cristã, ferida, era a que existia no momento em que João estava a ter a visão.
- A sétima cabeça seria Roma cristã, curada.
- A oitava e última cabeça seria a besta - o poder ditatorial do fim dos tempos que será o resumo demoníaco de todos os poderes perseguidores.
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